fbpx

A (REAL E VERDADEIRA) HISTÓRIA DA PÁSCOA – parte 1

Hoje a Páscoa é associada especialmente ao almoço de família no domingo, coelho de Páscoa e, lógico, chocolate, muito chocolate. Mas nem sempre foi assim, a Páscoa inicialmente tinha outro significado, bem diferente do que temos hoje.

Ao voltarmos na história, vemos que a Páscoa tem registro na história do povo israelita, quando este era escravo no Egito. Após Moisés e Arão insistirem que o povo israelita deveria sair e deixar de ser escravo com o Faraó, este não foi receptivo e negou o pedido feito. Algo compreensível para a mentalidade da época, pois o Egito tinha como principal força de trabalho, os escravos hebreus, quem somavam mais de 1 milhão de pessoas, segundo alguns historiadores.

Para o Faraó seria perder praticamente toda a força produtiva do país de uma hora para outra, razão pela qual ele se negou a libertá-los não só uma vez, mas diversos pedidos feitos por Moisés e Arão em nome de Deus.

Foi então que Deus avisou que mandaria 10 pragas sobre o Egito até que o Faraó concedesse a liberdade aos escravos israelitas. Foram as pragas enviadas: 1 – a água se transformou em sangue; 2 – Rãs; 3 – piolhos (mosquitos); 4 – Moscas; 5 – pestes nos animais; 6 – úlceras; 7 – chuva de pedras (granizo); 8 – gafanhotos; 9 – trevas, e; 10 – morte dos primogênitos.

Embora as pragas tenho sido muito fortes e atingido muito o povo do Egito, o Faraó somente se dispôs a libertar os hebreus depois da décima praga, a morte dos primogênitos. E é exatamente aí que nasce a Páscoa.

Deus havia avisado que mataria os primogênitos, tanto de homens como de animais, como sinal de que o Faraó deveria libertar seu povo do julgo da escravidão. Contudo, deixou uma saída para que essa praga não atingisse seu povo. Deus pediu que fosse morto em sacrifício um cordeiro e que seu sangue fosse passado nos umbrais da porta de entrada da casa. O anjo do senhor passaria por toda cidade, e nas casas nas quais fosse encontrado o sangue na porta, Deus pouparia o primogênito.

O motivo do sangue é que, desde aquele tempo, apontava para a aceitação do sacrifício de Jesus Cristo na Cruz, pois Bíblia diz que “sem o derramamento de sangue não há remissão de pecados”.

E assim aconteceu. Na data estabelecida, o anjo do Senhor fez com que todos os primogênitos daqueles que não tinha o sangue do cordeiro os protegendo morresse, inclusive o filho mais velho do Faraó.

Nunca houve e nunca haverá noite mais triste no Egito, pois em toda casa havia um morto. Depois da décima praga, sem poder mais resistir, o Faraó liberou os israelitas para saírem do Egito. Guiados por Moisés a Arão, estes começaram uma peregrinação que duraria muitos anos.

Mas o Faraó, influenciado por sua corte e vendo que seu reino corria risco de colapso por falta de mão de obra, reconsiderou e pôs todo seu exército para ir atrás dos hebreus para recapturá-los.

O que aconteceu veremos no próximo Mundo Chocolata, dia 31 de março. Até lá.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp chat